O poder dos alimentos e das vitaminas Manter-se saudável pode ser simples >
Sexo Tántrico Técnicos para abrir los sentidos y ilegar el éxtasis
Dependencias emocionales cuando el amor es una enfermedad
Dossier Crear amistades verdaderas
41 Receitas para cuidar da saúde!
20 Opções para ter mais saúde e vida longa!
16 Sementes para a boa saúde
Prevenção e cura de doenças Propriedades e receitas de A a Z
42 Posições para ter mais qualidade de vida
60 Minutos inesgotáveis
Essenciais para a saúde As proteínas formam músculos, cabelos e regulam a pressão
Tai Chi Chuan Prática para o equilíbrio
Faça você mesmo A ração humana básica artesanal e receitas alternativas do produto
Cure a sua vida
50 Minutos de aula prática
Reiki para iniciantes Como dominar técnicas naturais de cura
Pilates Prática em casa Volume 2
Proteja sua saúde!
45 Minutos para uma vida melhor
45 Exercícios trabalam resistência, força e equilíbrio
Coleção videoaulas em 2 volumes Primeira edição
Técnica para uma mente feliz
Alongue-se 4 Sequências práticas
Seja seu gênio da lâmpada! Conquiste as metas Elimine os comportamentos indesejáveis Aumente a autoestima
Desintoxique sua mente
Alimentar
Ideias negativas sobre si mesmo, a vida
e os outros gera emoções dolorosas que podem transformar-se em doenças.
Aprenda a identificar e afastar pensamentos tóxicos e conquiste mais
saúde e felicidade
Texto • Melissa Diniz
Pensamentos se tornam palavras. Palavras se transformam em ações.
Ações viram hábitos. Hábitos definem seu perfil. Seu perfil traça seu
destino. Olhando essa equação, explicada assim, de forma tão simples e
direta, fica difícil não perceber o quanto ela é exata. Mas o fato é
que, no dia a dia, a gente não presta atenção aos pensamentos e mal
percebe quando está presa num círculo vicioso de ideias negativas. O
alerta muitas vezes vem dos outros, que fogem de nosso mau humor. Ou do
corpo, que grita por socorro em meio a dores e doenças psicossomáticas.
Em seu famoso livro O Poder do Agora (ed. Sextante), o escritor
alemão radicado no Canadá Eckhart Tolle, um renomado especialista em
espiritualidade, afirma que nós somos bombardeados por pensamentos ruins
o tempo todo. Algumas vezes eles aparecem sob a forma de vozes
internas, outras, como imagens ou até “filmes” mentais. É um processo
involuntário e constante que drena nossa energia vital, além de causar
tristeza, medo e ansiedade. “O pensar compulsivo é como um vício,
exatamente porque você não consegue parar”, escreve.
Segundo Price Pritchett, especialista em Psicologia Positiva e
autor do livro O Otimismo Atrai o Sucesso – As 12 Práticas para Reduzir o
Pensamento Negativo e Adotar a Atitude de um Vencedor (ed. Cultrix), é
provável que 70% dos nossos pensamentos negativos passem despercebidos.
Isso porque eles se escondem sob a forma de queixas, preocupações,
críticas ou pena dos outros. “Quando estamos em um desses quatro modos
de pensar, filtramos mentalmente nossas experiências para enfocar o
negativo. Mais especificamente, estamos plantando sementes de
pessimismo”, diz.
É como se houvesse uma espécie de lente distorcida capaz de
escurecer a realidade. “Algumas pessoas só percebem o mundo através de
um ponto de vista sombrio, mesmo quando a situação não tem essa
conotação. Até quando tudo parece caminhar bem e acontece apenas uma
coisa ruim, todo o resto perde o sentido para elas”, explica a
psicoterapeuta junguiana Sâmara Jorge.
Para a psicanalista Cida Lessa, essa dinâmica de supervalorizar o
negativo pode ser considerada um fenômeno coletivo hoje em dia.
“Vivemos um momento muito estressante, tudo tem de ser para ontem, as
informações chegam muito rapidamente e a pressão no trabalho é cada vez
maior. Diante disso, as pessoas passam a se cobrar demais, criando altas
expectativas e, quando uma delas não é atingida, se colocam em posição
de vítima.”
Sem reclamação
Se isso acontece, imediatamente, todos os nossos problemas passam
a ser considerados responsabilidade dos outros: nossos pais, filhos,
chefe, marido ou até mesmo do tempo. É aí que a gente ouve – ou diz –
aqueles famosos jargões: ‘só comigo’, ‘ninguém me entende’, ‘nunca vou
conseguir’, ‘tudo sempre acaba mal para mim’, ou simplesmente ‘desisto’.
A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching Flora
Victoria explica que pensar negativamente é enxergar apenas determinado
ponto da questão. “O pessimista acredita na permanência do problema,
generaliza o que é ruim e especifica o que é bom. Diz que nada funciona
para ele. Quando a gente o lembra daquela vez que deu certo, ele alega
que foi uma exceção. Já o otimista faz o contrário, sabe que as
adversidades são passageiras e que dificilmente as coisas dão errado”,
afirma.
Segundo Flora, nós aprendemos desde pequenos a filtrar a
realidade, direcionando nosso entendimento dos fatos a partir das
crenças pessoais. “Fazemos de tudo para confirmar nossas crenças, porque
elas são um terreno seguro para nós. Ao observarmos os acontecimentos,
descartamos tudo aquilo que destoa do caminho que conhecemos e
selecionamos apenas as provas de que nossas opiniões estão certas”,
explica.
Assim também pensa a consultora americana Linda Spangle, autora
de diversos livros sobre perda de peso, como Life Is Hard, Food Is Easy
(em tradução livre, “Viver É Difícil, Comer É Fácil”), ainda não
publicado no Brasil. Em suas palestras sobre motivação, Linda afirma que
a mente tem uma importância determinante nos resultados que obtemos em
qualquer questão. Ela usa a fórmula: fato-pensamento-ação-resultado para
demonstrar que é nossa interpretação dos acontecimentos que determina o
sucesso ou fracasso em uma situação.
Para ilustrar a teoria, imagine a seguinte situação. Uma mulher
marca um encontro com seu namorado em um restaurante ao meio-dia. Chega
pontualmente e o espera. Passam 15 minutos e nada. Ela começa a ficar
aflita. Como não confia nos homens, logo pensa no pior. Liga para seu
celular, mas só dá caixa postal. Meia hora depois, tenta o telefone do
escritório, mas ninguém atende. Sua angústia aumenta. “Ele só pode ter
se esquecido do compromisso”, pensa.
“Ou será que está com outra?” Em meio às alucinações, ela se
levanta para ir embora quando ele chega sorridente. Mas, antes de ouvir o
que tinha a dizer, ela pergunta irritada: “Como você pôde fazer isso
comigo?”. Se tivesse controlado as tempestades mentais e não se deixado
levar pela emoção, daria a ele uma chance de se explicar e saberia que o
rapaz foi chamado às pressas pelo chefe para ser promovido e não
conseguiu avisá-la. No entanto, em vez de um almoço de comemoração, o
episódio termina em fim de relacionamento. Revoltada, ela confirma sua
tese: homem nenhum presta!
De acordo com a escritora, nossas leituras distorcidas sobre os
fatos se baseiam em experiências anteriores que não deram certo. “Seu
passado não determina seu futuro. Aliás, seus erros e fracassos
anteriores não têm nada a ver com sua capacidade de ser bem-sucedida
agora. Elimine a crença de que as coisas sempre acontecem do mesmo jeito
e de que você nunca chegará aonde quer. Quando essa ideia vier à mente,
afirme: eu costumava ser assim. Não sou mais”, aconselha. Atenção aos sinais
Como apontam os especialistas, nem sempre é fácil romper o ciclo dos
pensamentos negativos, principalmente quando não temos consciência de
que estamos presas a ele. Mas a vida sempre nos envia sinais de que isso
está acontecendo, basta ficarmos atentas. De acordo com Sâmara, tanto a
saúde psíquica quanto de ordem física podem ser indícios de que algo
está em desequilíbrio em nossa vida. “O problema acontece quando ficamos
apegados a uma situação, sentimento ou pensamento. Qualquer
unilateralismo pode ser fator desencadeante de conflitos”, diz.
A psicanalista Cida Lessa ressalta a importância de prestarmos atenção a
nossos desejos e necessidades. “Se está descontente, procure descobrir o
que falta. Não adianta querer uma pílula mágica, o caminho é o
autoconhecimento. Além disso, a partir do momento que percebo que as
pessoas estão se afastando de mim, devo me perguntar o que estou fazendo
para que isso aconteça, e não por que elas fazem isso comigo”,
aconselha.
Outra manifestação da negatividade são as dores e doenças. “Aquilo que
pensamos sobre nós mesmas e a vida pode se tornar realidade. Então, de
tanto acreditarmos que somos vítimas, acabamos ficando doentes, pois a
saúde física e emocional caminham juntas. A ciência já apontou que a
depressão e alguns tipos de câncer são desenvolvidos por padrões de
pensamentos negativos e contínuos”, afirma Cida.
Segundo Flora, quando começamos a pensar em coisas ruins, visualizamos
cenas que trouxeram ou poderão trazer sofrimento e realizamos um diálogo
mental cheio de ideias nocivas. “A neurociência já comprovou que,
dependendo de nossos pensamentos, o cérebro gera químicas positivas ou
negativas que vão influenciar o organismo como um todo. O pessimista
produz hormônios do estresse, como a adrenalina e o cortisol, que,
quando liberados na corrente sanguínea, deixam a pessoa oprimida,
ansiosa, agitada e angustiada. Já o otimista produz hormônios que causam
a sensação de bemestar e alegria, como a serotonina e a dopamina”, diz.
Especialista em utilizar a Psicologia Positiva aplicada a empresas, o
escritor Price Pritchett afirma que as atitudes afetam profundamente o
desempenho profissional e o pessoal. “Vários estudos enfatizam que os
otimistas são mais bem remunerados, mais saudáveis, vivem mais tempo,
além de lidarem melhor com a incerteza e a mudança”, diz.
Além disso, a desesperança e o negativismo também levam à exaustão
mental. “Um estado de espírito negativo mina sua energia, bem como a
energia das pessoas ao seu redor. O pessimismo enfraquece sua confiança,
sua criatividade e suas habilidades para resolver problemas. Drena a
alegria da vida, deixando você emocionalmente esgotado e menos eficiente
ao lidar com outras pessoas”, escreve.
A boa notícia, segundo o autor, é que o otimismo pode ser aprendido e
praticado. O segredo, afirma, é como explicamos as situações para nós
mesmos, especialmente quando passamos por fracassos, dificuldades,
incertezas ou perdas, mas também quando nos deparamos com oportunidades e
sucesso. “Você manda na sua mente, ninguém pode pensar por você. Cada
um é o engenheiro de sua vida emocional, o arquiteto de sua própria
felicidade”, afirma.
Se o desânimo tomou conta de você, espante-o, aconselha a escritora
Linda Spangle. “Ao nos depararmos com a necessidade de fazer algo
difícil ou trabalhoso, nossa mente logo se inunda de ideias ruins,
sentimos cansaço e falta de vontade para começar a tarefa. A saída para
esses momentos é simplesmente fazer. Evite pensar a respeito. Muitas
vezes, os pensamentos ligados a determinada ação a tornam pior do que de
fato é.”
A importância do perdão
Em seu conhecido livro Você Pode Curar Sua Vida (ed. Best
Seller), a escritora e conferencista americana Louise L. Hay, pioneira
na defesa da tese de que manter padrões mentais negativos cria doenças,
ressalta a importância de perdoarmos aos outros e a nós mesmos por erros
e fracassos do passado. Para ela, ressentimento, crítica e culpa são os
padrões mentais mais prejudiciais à saúde. “Muitas pessoas me dizem que
não podem desfrutar do presente por conta de algo que aconteceu no
passado. O que frequentemente nos recusamos a perceber é que nos manter
presos ao passado – não importa qual tenha sido e por mais horrível que
tenha sido – só nos magoa. O passado é passado e não pode ser mudado. O
único instante que podemos vivenciar é o presente”, diz.
Para Louise, o ato de perdoar nos liberta do passado. “Aprendi
que, quando estamos empacados num certo ponto, precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, mágoa, medo, culpa, raiva, ressentimento ou desejo de
vingança, cada um desses estados vem de um espaço onde não houve perdão,
de uma recusa em desprender-se das emoções e vir para o momento
presente. O amor leva ao perdão e o perdão dissolve o ressentimento”,
explica a escritora.
Segundo Pritchett, a gratidão e o perdão nos mudam por dentro.
Eles asseguram para nós um futuro com mais otimismo. “As pesquisas
comprovam o valor terapêutico do perdão. Trata-se de um comportamento
adaptado que beneficia tanto a nossa saúde física como nosso bem-estar
psicológico”, escreve. Isso não significa que vamos deixar de ficar
tristes ou com raiva quando algo ruim nos acontecer. A questão é por
quanto tempo vamos nos apegar a esses sentimentos. Podemos nos irritar
por meia hora, ou arrastar o nervosismo até o túmulo. As emoções
negativas, explica o autor, envenenam nosso mundo interior, enquanto o
perdão tem uma ação purificante. “A escuridão dos pensamentos negativos
não pode sobreviver sob a luz brilhante do perdão e da gratidão”,
constata.
Suco de beterraba pode aumentar resistência de atletas
Patricia Zwipp
A equipe do estudo analisou oito participantes do sexo masculino, de 19
a 38 anos. Os voluntários ingeriram 500 ml diariamente de suco de
beterraba por seis dias consecutivos antes de completar uma série de
testes envolvendo pedalar em bicicleta ergométrica. Em outra ocasião,
receberam groselha negra durante o mesmo período para, então, suar a
camisa com os exercícios propostos.
Depois de consumir o suco de beterraba, o grupo foi capaz de colocar o
corpo em ação, em média, por 11,25 minutos e 92 segundos a mais do que
com o auxílio da groselha negra. A iguaria vermelha também conferiu
menor repouso da pressão arterial.
Os pesquisadores ainda não têm certeza do exato mecanismo que faz com
que o nitrato da beterraba estimule a resistência. No entanto,
suspeitam que possa ser um resultado da sua transformação em óxido
nítrico no corpo, reduzindo o custo de oxigênio do exercício. "Ficamos
surpreendidos com os efeitos do suco de beterraba no consumo de
oxigênio, porque não podem ser alcançados por qualquer outro meio
conhecido, incluindo treinamento", disse o professor Andy Jones, da
Universidade de Exeter, ao site Science Daily.
A ideia dos cientistas é realizar novos estudos para tentar compreender
de forma mais detalhada os efeitos dos alimentos ricos em nitrato na
fisiologia da atividade física. Eles acreditam que os resultados
poderiam ser de grande interesse para idosos ou pessoas com doenças
cardiovasculares, respiratórias ou metabólicas, além de atletas de
resistência e amadores.